sábado, 15 de abril de 2017

Brigadeiro prestígio light

Ingredientes:
01 colher de sopa de margarina ou manteiga light
01 lata de leite condensado light
03 colheres de sopa de achocolatado light (pode substituir por cacau em pó)
Coco ralado seco, sem açúcar, para polvilhar

Modo de Preparo:
Numa panela, coloque a margarina, o leite condensado e o achocolatado light. Leve ao fogo baixo, mexendo sempre até aparecer o fundo da panela. Transfira o doce para um prato e deixe esfriar bem. Com as mãos molhadas, faça bolinhas e passe cada uma delas no coco ralado. Coloque em forminhas de papel e sirva.
Rendimento: 20 unidades com 68 calorias cada.
Fonte: Revista Ana Maria

Uma ótima pedida para essa páscoa!! Bom apetite!
 

 

sábado, 1 de abril de 2017

Bolo de batata doce

Ingredientes:
250g de batata doce
03 ovo
02 xícaras de açúcar 
02 colheres de sopa de margarina
02 xícaras de farinha de trigo
01 colher de sopa de fermento químico em pó
 
Modo de Preparo:
Em uma panela, cozinhe a batata doce em água fervente até ficar macia. Escorra e reserve 01 xícara de água do cozimento. Passe a batata doce ainda quente pelo espremedor e deixe amornar. Enquanto isso, bata bem as gemas com o açúcar e a margarina. Acrescente a batata doce amassada quase fria e mexa até ficar com consistência homogênea. Adicione a farinha de trigo peneirada, alternando com a água reservada, e misture bem. Bata as claras em ponto de picos moles. Junte o fermento peneirado e mexa devagar. Incorpore as claras delicadamente à massa. Despeje em uma assadeira untada e enfarinhada e leve ao forno, preaquecido, até assar e dourar. Desenforme frio.
Rendimento: 12 porções de 115 calorias cada.
 
Dica 1: sirva o bolo polvilhado com uma mistura de açúcar, cravo e canela em pó. 
Dica 2: não é apropriado para pessoas com diabetes não controlado, celíacos.
Fonte: Revista Ana Maria
 
 
 


terça-feira, 21 de março de 2017

Peixe assado ao molho mostarda com purê de batata


Ingredientes:
700g de pescada
1 cebola pequena picada
1 copo americano de leite desnatado
2 colheres de sopa rasas de farinha de trigo
1 colher de sopa de mostarda
4 batatas pequenas
sal, alho, cheiro verde e noz-moscada a gosto.

Modo de Preparo:
Temperar o peixe e levar ao forno pré-aquecido, por 10 minutos ou até cozinhar.

Para o molho:
Em uma panela refogar alho e cebola, dissolver a farinha de trigo ao leite e juntar à panela. Mexer bem até engrossar. Acrescentar a mostarda e temperar com sal e cheiro verde. Ferver por mais 5 minutos e reservar. Cozinhar a batata em água e sal e passar pelo espremedor de batatas. Refogar alho e cebola em uma panela e juntar o purê de batata. Mexer bem e ir colocando água para dar consistência cremosa. Temperar com sal, noz-moscada e cheiro verde.
Rendimento: 10 porções de 129 calorias cada.
Fonte: Spa em Casa   

 Consultório: Rua Pedro Monteiro, 178, Centro
Maceió - Alagoas

terça-feira, 14 de março de 2017

Alergia Alimentar




Algumas pessoas ao ingerirem alguns tipos de alimentos ou aditivos alimentares podem desencadear reação anormal após alguns minutos ou horas.

Hoje em dia está sendo bem comum a utilização dos termos Intolerância Alimentar e Alergia Alimentar, para designar doenças que apresentam reações anormais após ingestão de alimentos que contenham lactose e glúten.

A Intolerância Alimentar é o termo que usamos para pessoas que tenham reações fisiológicas, mas que não envolvem o sistema imunológico.

Já a Alergia Alimentar é denominada nas reações fisiológicas mediadas pela imunoglobulina E (IgE)., que faz parte do nosso sistema imunológico. Essas reações desencadeiam manifestações clínicas como urticária, broncoespasmo e eventualmente anafilaxia. 

As manifestações clínicas da alergia alimentar dependem das características do indivíduo, tipo de alimento e mecanismo fisiopatológico envolvidos na reação de hipersensibilidade alimentar.

A prevalência da alergia alimentar, parece estar aumentando, mas pode ser consequência da facilidade que temos hoje em fazer o diagnóstico. O conhecimento do potencial alergênico de cada alimento é fundamental, pois apesar de termos contato com inúmeros alérgenos alimentares, apenas alguns são frequentemente relacionados ao desenvolvimento de alergia alimentar.

Na infância, o leite de vaca, o ovo, a soja, o trigo e o amendoim correspondem à grande maioria das reações clínicas encontradas, enquanto no adulto o amendoim, as castanhas, o peixe e os frutos do mar são os mais frequentes.

O diagnóstico da alergia alimentar pode ser feito por exame físico, registro alimentar, dieta por eliminação, testes cutâneos, entre outros.

O tratamento desta doença consiste, principalmente, na exclusão do alimento desencadeante das manifestações clínicas e de seus derivados. É necessário ler os rótulos dos alimentos para evitar o consumo da substância alergênica.

Até que novas medidas terapêuticas sejam incluídas ao tratamento da alergia alimentar, medidas preventivas podem ser feitas por indivíduos que correm o risco para o desenvolvimento dessa patologia:
·   Aleitamento materno exclusivo até seis meses de idade;
·   Retardo da introdução de alimentos sólidos;
·   Dieta materna durante a lactação, com exclusão de alimentos alergênicos;
·  Utilização de hidrolizados de leite de vaca em caso de impossibilidade de aleitamento materno.

A orientação nutricional se faz necessário para melhora do quadro clínico e dos sintomas de quem já foi diagnosticado com alergia alimentar. Procure um profissional de nutrição e faça a reeducação alimentar.

Saúde!!


 Consultório: Rua Dr. Pedro Monteiro, 178, Centro
Maceió - Alagoas

quarta-feira, 8 de março de 2017

Feliz Dia Internacional da Mulher

A todas, meus mais sinceros votos de felicidade e realizações.
Muita saúde e sucesso em nossos planos.
Feliz Dia!!



 

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Enxaqueca e suas causas




A enxaqueca, uma dor de cabeça recorrente, caracteriza-se por um complexo de sintomas que incluem crises de dor, fotofobia, fonofobia, náuseas e vômito. Estudos indicam que a enxaqueca é uma doença neurológica com origem no sistema nervoso central e base genética. 

Pessoas portadoras de enxaqueca podem apresentar sensibilidade a um ou mais fatores. Esses fatores não são causadores diretos da enxaqueca, mas ativam o processo que causa a crise em indivíduos predispostos.

Os desencadeantes podem ser divididos em alimentares e não alimentares.
Segundo a Associação Britânica de Estudos da Cefaleia, um alimento pode ser considerado desencadeante quando:

·        O início da enxaqueca ocorre nas 6 horas após a ingestão;
·        O efeito é reproduzível;
·        A retirada do alimento leva à melhora.

Alguns alimentos podem desencadear a enxaqueca, são eles: chocolate e cacau, bebidas alcoólicas, cafeína, vagem, cebola, alho, conservas, pão fermentados, leite e derivados, embutidos (salame, presunto, calabresa), peixes em conservas, sopas prontas, cubos de carne concentrados, aspartame, entre outros.

Em um estudo foi observado que os alimentos mais mencionados como desencadeantes foram as bebidas alcoólicas, chocolate e queijo. E em outro estudo os fatores não alimentares desencadeantes de enxaqueca foram: fadiga, sono, estresse, clima (calor/frio).

Para o tratamento da enxaqueca pode ser usados medicamentos e condutas nutricionais para minimizar ou acabar com sua frequência. No tratamento medicamentoso hoje existem vários medicamentos que atuam em diferentes fases da enxaqueca. E na conduta nutricional é necessário identificar qual foi a substância que desencadeou os sintomas para sua exclusão da dieta.

Evite ficar várias horas em jejum ou pular refeições, para não diminuir a quantidade de glicose no organismo. É observado também que quem ingere menos alimentos ricos em gorduras também tem menos crises de enxaqueca e menos intensidade da dor.

A Sociedade Brasileira de Cefaleia sugere que outros tratamentos não farmacológicos devem ser considerados, como técnicas de relaxamento, terapia cognitivo-comportamental, acupuntura, fisioterapia e homeopatia.

Observe quando surgir a enxaqueca, qual era seu estado emocional e/ou o que você consumiu a fim de identificar o que pode ter desencadeado a crise, assim o tratamento será mais específico e eficiente.

Cuide-se!! 


Consultório: Rua Dr. Pedro Monteiro, 178, Centro
Maceió - Alagoas


sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Feliz Carnaval


Desejo a todos, um excelente carnaval. Com muita alegria e paz.

Cuidem da saúde, mesmo durante as festas:
  • tomem água de coco e sucos de frutas;
  • consuma frutas ricas em água, como melancia, abacaxi, melão, etc.;
  • procurem alimentos mais leves durante as refeições.
Divirtam-se!!!


 

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Tensão pré-menstrual




A síndrome pré-menstrual afeta milhões de mulheres e pode ser caracterizada por diversos sintomas físicos, cognitivos e emocionais. Os sintomas envolvem mudanças de humor, com irritabilidade, tensão e inquietação.

A duração dos sintomas, geralmente, é de 3 a 7 dias antes da menstruação. De acordo com o principal sintoma presente e com o fator desencadeante, podemos classificar em quatro grupos principais:

Grupo A: mulheres com predominância de ansiedade, irritabilidade, alterações de humor ou tensão nervosa.

Grupo C: ocorrência de dor de cabeça, desejo por doces, cansaço, tremores e palpitação.

Grupo D: caracterizado por depressão, acompanhada por insônia, choro fácil, esquecimento e confusão mental.

Grupo H: caracterizado por ganho de peso, dores abdominais, edemas nas extremidades e displasia mamária.

Diversas estratégias para o tratamento da síndrome pré-mestrual têm sido propostas. Nos casos de sintomas leves, educação e terapia de comportamento, além de medidas como aumento da prática de atividade física e consumo de dietas saudáveis, podem ajudar. Já para mulheres com sintomas intensos, alguns medicamentos podem ser úteis. Entretanto, para algumas mulheres essas medidas podem não ser eficientes, sendo muitas dessas mulheres resistentes aos tratamentos tradicionais e farmacológicos. Dessa forma, passam a considerar outras possibilidades como suplementos dietéticos e terapias alternativas.

Alguns estudos observam que durante o período pré-menstrual há alterações no consumo energético e de macronutrientes, principalmente gorduras, carboidratos e açúcar simples, dessa forma se observa um aumento indesejável de peso.

É recomendado que, durante o período pré-menstrual, as mulheres consumam refeições pequenas e frequentes, ricas em carboidratos complexos, com o objetivo de melhorar alguns sintomas, como a tensão e depressão.

As modificações nos hábitos dietéticos e no estilo de vida podem ser consideradas como o tratamento para a síndrome pré-menstrual. Quando não for possível a manutenção de dietas balanceadas e nutricionalmente completas, o uso de suplementos de vitaminas e minerais pode ser necessário para o controle dos sintomas, para isso procure um nutricionista, que solicitará exames específicos e fará sua reeducação alimentar de acordo com suas necessidades.

Saúde!!   


Consultório: Rua Dr. Pedro Monteiro, 178, Centro
Maceió - Alagoas

      

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

As Fibras Alimentares e o Colesterol




A doença cardiovascular é a principal causa da morte nos países ocidentais, e aproximadamente quase a metade dos indivíduos que contêm esta doença apresentam níveis de LDL-colesterol elevados no sangue, que podem ser facilmente modificados com intervenção nutricional.

A redução no consumo de gorduras saturadas é o começo para o tratamento de LDL-colesterol elevado, mas é necessário mudanças efetivas no estilo de vida do indivíduo, isso inclui a prática de atividades físicas, manter o peso ideal e ter bons hábitos alimentares.

Com o avanço tecnológico, o processamento dos alimentos foram mais intensos, a ponto de extrair componentes alimentares considerados mais nutritivos e desprezando os considerados pobres, como as fibras. Porém, hoje em dia sabe-se que a fibra alimentar interfere no funcionamento do aparelho digestivo, no metabolismo da glicose e lipídios e contribuindo no equilíbrio das boas bactérias intestinais.

A fibra alimentar é a parte comestível das plantas ou carboidratos que são resistentes à digestão e à absorção no intestino delgado de humanos, com fermentação completa ou parcial no intestino grosso. Elas são encontradas, principalmente, nos vegetais, frutas e grãos integrais.

Na correria diária, estamos deixando de lado os alimentos naturais e os substituindo por alimentos processados, pobres em fibras. Se no passado os lanches podiam conter mais frutas, estas foram substituídas por salgadinhos e doces, alimentos não só ricos em calorias, mas pobres em fibras e demais nutrientes.

Para quem tem alterações do colesterol, recomenda-se como parte do tratamento, mudança no estilo de vida, o consumo de 20 a 30g por dia de fibras (que você pode adquirir consumindo frutas, verduras cruas e cereais integrais, como aveia, chia, linhaça, ou suplementos, se necessário), prática de atividade física, e em casos onde a alteração do perfil lipídico for genética, o uso de medicamentos.

Para um melhor acompanhamento e determinação de uma alimentação adequada a quem tem colesterol elevado, procure um nutricionista e ele fará sua reeducação alimentar de acordo com suas necessidades e tratamento.

Não deixe para depois os cuidados com a sua saúde. E lembre-se que a prevenção começa pela boa alimentação!

Saúde!


Consultório: Rua Pedro Monteiro, 178, Centro
Maceió - Alagoas