terça-feira, 21 de março de 2017

Peixe assado ao molho mostarda com purê de batata


Ingredientes:
700g de pescada
1 cebola pequena picada
1 copo americano de leite desnatado
2 colheres de sopa rasas de farinha de trigo
1 colher de sopa de mostarda
4 batatas pequenas
sal, alho, cheiro verde e noz-moscada a gosto.

Modo de Preparo:
Temperar o peixe e levar ao forno pré-aquecido, por 10 minutos ou até cozinhar.

Para o molho:
Em uma panela refogar alho e cebola, dissolver a farinha de trigo ao leite e juntar à panela. Mexer bem até engrossar. Acrescentar a mostarda e temperar com sal e cheiro verde. Ferver por mais 5 minutos e reservar. Cozinhar a batata em água e sal e passar pelo espremedor de batatas. Refogar alho e cebola em uma panela e juntar o purê de batata. Mexer bem e ir colocando água para dar consistência cremosa. Temperar com sal, noz-moscada e cheiro verde.
Rendimento: 10 porções de 129 calorias cada.
Fonte: Spa em Casa   

 Consultório: Rua Pedro Monteiro, 178, Centro
Maceió - Alagoas

terça-feira, 14 de março de 2017

Alergia Alimentar




Algumas pessoas ao ingerirem alguns tipos de alimentos ou aditivos alimentares podem desencadear reação anormal após alguns minutos ou horas.

Hoje em dia está sendo bem comum a utilização dos termos Intolerância Alimentar e Alergia Alimentar, para designar doenças que apresentam reações anormais após ingestão de alimentos que contenham lactose e glúten.

A Intolerância Alimentar é o termo que usamos para pessoas que tenham reações fisiológicas, mas que não envolvem o sistema imunológico.

Já a Alergia Alimentar é denominada nas reações fisiológicas mediadas pela imunoglobulina E (IgE)., que faz parte do nosso sistema imunológico. Essas reações desencadeiam manifestações clínicas como urticária, broncoespasmo e eventualmente anafilaxia. 

As manifestações clínicas da alergia alimentar dependem das características do indivíduo, tipo de alimento e mecanismo fisiopatológico envolvidos na reação de hipersensibilidade alimentar.

A prevalência da alergia alimentar, parece estar aumentando, mas pode ser consequência da facilidade que temos hoje em fazer o diagnóstico. O conhecimento do potencial alergênico de cada alimento é fundamental, pois apesar de termos contato com inúmeros alérgenos alimentares, apenas alguns são frequentemente relacionados ao desenvolvimento de alergia alimentar.

Na infância, o leite de vaca, o ovo, a soja, o trigo e o amendoim correspondem à grande maioria das reações clínicas encontradas, enquanto no adulto o amendoim, as castanhas, o peixe e os frutos do mar são os mais frequentes.

O diagnóstico da alergia alimentar pode ser feito por exame físico, registro alimentar, dieta por eliminação, testes cutâneos, entre outros.

O tratamento desta doença consiste, principalmente, na exclusão do alimento desencadeante das manifestações clínicas e de seus derivados. É necessário ler os rótulos dos alimentos para evitar o consumo da substância alergênica.

Até que novas medidas terapêuticas sejam incluídas ao tratamento da alergia alimentar, medidas preventivas podem ser feitas por indivíduos que correm o risco para o desenvolvimento dessa patologia:
·   Aleitamento materno exclusivo até seis meses de idade;
·   Retardo da introdução de alimentos sólidos;
·   Dieta materna durante a lactação, com exclusão de alimentos alergênicos;
·  Utilização de hidrolizados de leite de vaca em caso de impossibilidade de aleitamento materno.

A orientação nutricional se faz necessário para melhora do quadro clínico e dos sintomas de quem já foi diagnosticado com alergia alimentar. Procure um profissional de nutrição e faça a reeducação alimentar.

Saúde!!


 Consultório: Rua Dr. Pedro Monteiro, 178, Centro
Maceió - Alagoas

quarta-feira, 8 de março de 2017

Feliz Dia Internacional da Mulher

A todas, meus mais sinceros votos de felicidade e realizações.
Muita saúde e sucesso em nossos planos.
Feliz Dia!!



 

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Enxaqueca e suas causas




A enxaqueca, uma dor de cabeça recorrente, caracteriza-se por um complexo de sintomas que incluem crises de dor, fotofobia, fonofobia, náuseas e vômito. Estudos indicam que a enxaqueca é uma doença neurológica com origem no sistema nervoso central e base genética. 

Pessoas portadoras de enxaqueca podem apresentar sensibilidade a um ou mais fatores. Esses fatores não são causadores diretos da enxaqueca, mas ativam o processo que causa a crise em indivíduos predispostos.

Os desencadeantes podem ser divididos em alimentares e não alimentares.
Segundo a Associação Britânica de Estudos da Cefaleia, um alimento pode ser considerado desencadeante quando:

·        O início da enxaqueca ocorre nas 6 horas após a ingestão;
·        O efeito é reproduzível;
·        A retirada do alimento leva à melhora.

Alguns alimentos podem desencadear a enxaqueca, são eles: chocolate e cacau, bebidas alcoólicas, cafeína, vagem, cebola, alho, conservas, pão fermentados, leite e derivados, embutidos (salame, presunto, calabresa), peixes em conservas, sopas prontas, cubos de carne concentrados, aspartame, entre outros.

Em um estudo foi observado que os alimentos mais mencionados como desencadeantes foram as bebidas alcoólicas, chocolate e queijo. E em outro estudo os fatores não alimentares desencadeantes de enxaqueca foram: fadiga, sono, estresse, clima (calor/frio).

Para o tratamento da enxaqueca pode ser usados medicamentos e condutas nutricionais para minimizar ou acabar com sua frequência. No tratamento medicamentoso hoje existem vários medicamentos que atuam em diferentes fases da enxaqueca. E na conduta nutricional é necessário identificar qual foi a substância que desencadeou os sintomas para sua exclusão da dieta.

Evite ficar várias horas em jejum ou pular refeições, para não diminuir a quantidade de glicose no organismo. É observado também que quem ingere menos alimentos ricos em gorduras também tem menos crises de enxaqueca e menos intensidade da dor.

A Sociedade Brasileira de Cefaleia sugere que outros tratamentos não farmacológicos devem ser considerados, como técnicas de relaxamento, terapia cognitivo-comportamental, acupuntura, fisioterapia e homeopatia.

Observe quando surgir a enxaqueca, qual era seu estado emocional e/ou o que você consumiu a fim de identificar o que pode ter desencadeado a crise, assim o tratamento será mais específico e eficiente.

Cuide-se!! 


Consultório: Rua Dr. Pedro Monteiro, 178, Centro
Maceió - Alagoas