quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Riscos para o Estado Nutricional do Idoso

O idoso tem algumas necessidades alimentares que se não forem supridas pode desenvolver um estado nutricional deficiente, acarretando prejuízo em seu sistema psicomotor.  

Os fatores que influenciam o estado nutricional do idoso são inúmeros, mas vamos aqui discorrer sobre os principais:
  • Ingestão inadequada de alimentos: este fator é um dos mais observados entre os idosos. A forma de preparo, o baixo poder econômico, diminuição no paladar e deficiência na mastigação pode levar o idoso a preferir e/ou excluir determinados alimentos, o que pode desenvolver tanto a obesidade como a desnutrição.
  • Pobreza: o baixo poder econômico está relacionado com o estado nutricional pela dificuldade em ter acesso aos alimentos, o que leva o idoso a uma pequena variedade de escolha.
  • Saúde oral: o declínio da saúde oral na população idosa está relacionado ao aumento da cárie, a infecções na gengiva, utilização de próteses dentárias mal ajustadas e diminuição na saliva (xerostomia).
  • Fatores psicossociais: a relação do idoso com o alimento pode ser afetada por desordens afetivos e sociais. Isolamento, depressão, baixa estima, fragilizam o idoso e influenciam em suas escolhas alimentares. O idoso pode agir reduzindo a quantidade ingerida ou não se interessando em se alimentar, consumindo mais alimentos industrializados de rápido preparo.
  • Deficiências motoras: dificuldades de visão ou locomoção, devido a problemas articulares, tremores, constituem uma limitação para o preparo e realização das refeições, contribuem para uma ingestão calórica menor.
  • Doenças crônico-degenerativas: o surgimento de doenças como diabetes, pressão alta, cardiopatias, entre outras, leva o indivíduo a diminuir ou excluir grupos alimentares, o que se não for feito de maneira correta afetará o seu estado nutricional.
Com um bom acompanhamento profissional estes riscos podem ser prevenidos ou corrigidos, mas uma pequena observação no comportamento e necessidade do idoso pode fazer grande diferença em seu estado nutricional. Vamos cuidar um pouco mais da saúde nesta fase da vida.
 
Dúvidas? Sugestões? Nos escreva, teremos o maior prazer em responder. Email de contato: joselit@bol.com.br.
 
Abraço, 
 
 
 
 
 
         



 

terça-feira, 1 de novembro de 2016

A Nutrição no Envelhecimento


O aumento da perspectiva de vida vem proporcionando o surgimento de novas formas de cuidados para com as pessoas idosas e ampliando a adoção de medidas preventivas eficazes na redução ou no retardo de distúrbios orgânicos causados pelas enfermidades crônicas e degenerativas.

O envelhecer é um processo natural que acomete todas as pessoas, por isso os cuidados com saúde devem ser preventivos e iniciados desde a juventude, com a prática de atividade física e lazer, boa alimentação, bom convívio com a família e sociedade.
 
A ciência já vem acompanhando essa nova perspectiva de vida, contribuindo com novos tratamentos, equipamentos e medicamentos para oferecer maior autonomia aos idosos.

Neste sentido a Nutrição vem estudando os fatores biopsicossociais que interferem no estado nutricional no envelhecimento. Estudos da ação dos nutrientes com o objetivo de melhorar a qualidade de vida são realizados constantemente.

É notável a importância da boa alimentação em qualquer idade, mas na fase adulta as peculariedades devem ser observadas para não exceder os déficits naturais desta fase.

A ingestão inadequada de alimentos constitui um risco nutricional para o idoso. Esta é uma fase de necessidades aumentadas de proteínas, minerais e vitaminas para suprir as perdas ocorridas por fatores internos e externos. O acompanhamento nutricional se faz necessário para minimizar os agravos que essas perdas causam.

Ainda temos muito o que aprender com as transformações ocorridas no organismo no decorrer do tempo, mas os cuidados preventivos ajudam a ter uma melhor qualidade de vida em todas as fases da vida.

Com o objetivo de debater um pouco mais sobre o assunto, durante este mês de novembro, teremos posts falando sobre a nutrição no envelhecimento. 

Espero que gostem e qualquer dúvida e sugestão entrem em contato conosco atraves do email: joselit@bol.com.br. Sua dúvida pode ser respondida aqui. 

Abraço,


 




 
       

 

domingo, 30 de outubro de 2016

Gravatinha com molho pesto de tomate


Ingredientes:
1/2 xícara de azeite
2 dentes de alho picados
4 colheres de sopa de folhas de manjericão
1/2 xícara de tomate seco em conserva de azeite
6 nozes picadas
2 colheres de sopa de queijo parmesão ralado 
500g de macarrão gravatinha cozido al dente
Azeitonas preta, sem caroço, em rodelas a gosto
200g de queijo branco

Modo de preparo:
Bata no liquidificador o azeite com o alho, o manjericão, o tomate seco escorrido e picado, as nozes e o queijo ralado até ficar granulado. Junte 1/2 xícara de água do cozimento da massa e misture com a massa escorrida e quente. Adicione a azeitonas, o queijo branco, em cubinhos, e sirva.
Rendimento: 6 porções
Calorias por porção: 283
Fonte: Revista Ana Maria. 


quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Tipos de obesidade: as causas


A obesidade pode ter uma ou várias causas para o seu surgimento. Neste terceiro e último post iremos falar sobre algumas destas causas que podem contribuir para o aumento do peso e gordura corporal:
  • Desequilíbrio energético: esta causa se caracteriza pelo desequilíbrio entre a ingesta alimentar e o gasto calórico durante o dia. O indivíduo pode ingerir alimentos com altas calorias, quer seja na quantidade ou qualidade, como no caso de alimentos ricos em gorduras de origem animal e não fazer nenhuma atividade durante seu dia que possa fazer com que o organismo utilize estes alimentos. O gasto energético é tão importante quanto sua ingestão alimentar. Nos tempos atuais a facilidade com que temos de fazer nossas atividades, diminuíram o gasto energético.  Porém, os hábitos alimentares não acompanharam essa necessidade diminuída, o que provoca esse desequilíbrio: maior consumo alimentar x menor gasto calórico.
  • Genética: as chances de um filho de pais obesos desenvolver a mesma doença são de 40% bastando um dos pais ser obeso.
  • Problemas emocionais: a baixa auto-estima pode levar a um círculo vicioso, causando depressão, vergonha e falta de ânimo para a prática de atividade física, ocasionando uma superalimentação para o consolo.
  • Estilo de vida: A maioria das coisas são automatizadas: temos o elevador para subir um andar, controle remoto para trocar os canais da tv, transportes para chegar até o local de trabalho ou estudos, tempo excessivo em frente a tv ou computador, a ocupação do tempo livre com atividades sedentárias. Tudo isso contribuindo para o sedentarismo e, consequentemente, o ganho de peso.
Todas essas causas podem ser tratadas com a ajuda de uma equipe multiprofissionais, que avaliando o indivíduo obeso irão encontrar o melhor tratamento. 

Não deixe para depois os cuidados com sua saúde, ela deve ser prioridade em sua vida. Anualmente marque uma consulta com seu médico, faça um check up clínico e, se for diagnosticado sobrepeso ou obesidade, comece logo o seu tratamento. Sua qualidade de vida, depende dos cuidados com seu corpo hoje.

E se você tem alguma dúvida sobre este e outros assuntos de nutrição, mande sua pergunta para o email: joselit@bol.com.br. Sua questão pode sr respondida aqui.
 
Vamos a luta!!